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Exposição inspirada em Elis Regina homenageia as mulheres

Exposição inspirada em Elis Regina homenageia as mulheres

Em março o projeto “Desenhando com os gênios da MPB” homenageia as mulheres através da exposição do mês: Elis Regina, uma das maiores cantoras brasileiras.
Para expressar em pintura as famosas canções interpretadas pela nossa “Pimentinha”, convidamos a renomada artista plástica Eliara Bevilacqua. Composta por 14 telas de 1mx1m, em técnica mista, a exposição acontece de 08 a 18 de março, no Riopreto Shopping.
A abertura acontece no dia 08, a partir das 19h30, com apresentação musical de Thyone Salinas e Raphael Pagliuso, interpretando os grandes sucessos da cantora.

Exposição inspirada em Elis Regina

O projeto “Desenhando com os gênios da MPB” teve início em agosto, com a proposta dos artistas plásticos convidados a participar se inspirarem em músicas dos gênios homenageados.
Em agosto foi a vez do músico Gilberto Gil, pelos artistas Eduardo Bittencourt e Marcelo Lopes; em outubro, Zé Ramalho, com os artistas plásticos Edna Stradioto e Rafael Cubone; em dezembro, Rita Lee pelas artistas Germana Zanetti e Jane Ferrari; em janeiro, Tim Maia por Wild Wilde; e em fevereiro, homenagem a Martinho da Vila e Clara Nunes, com ilustrações de Wesley Estácio e Hélio Kaname.

Sobre Eliara Bevilacqua

Eliara Bevilacqua, a artista plástica convidada para se inspirar na obra de Elis Regina nasceu em Nova Granada/SP, e reside há várias anos em São José do Rio Preto/SP. Tem formação em Artes Plásticas e Educação Artística (1976), é desenhista, arte educadora, professora de arte e artista plástica. Confira um pouco da sua trajetória:

Exposições individuais

2016 – “Diálogos Coloridos” – Laboratório de Artes de Franca- Franca-SP; 2015 – “Les Objets”- Rio Preto Shopping Center- São José Rio Preto(SJRP)/SP; 2014 – “Dentro da noite veloz”- Octávio Café & Bistrô- São Paulo/SP; “Encantos” – Shopping Iguatemi – SJRP; 2011 – “Exercício Livre” – Espaço Cultural do SESI – SJRP; 2009 – Oficina Cultural “Fred Navarro” (aquarelas) – SJRP; 2002 – “150 flores de Rio Preto”- Centro Cultural “Daud Jorge Simão”- SJRP;

Exposições Coletivas

2016 – “Sobre Papel”- Casa de Criar- SJRP; II Mostra de Arte e Meio Ambiente- Museu da ESALQ- Piracicaba/SP; 2015 – “Livre Manifestação”- Centro Cultural Martha Watts- Piracicaba/SP e Biblioteca Municipal “Pref. Prestes Maia”- São Paulo; 2014; – “Dog Art for Old Friends”- Omni Nashville Hotel- Nashville/USA; – Latin American Art Fair 2014 – Green Gallery- New York/USA; “Chovendo Arte” Clube A Hebraica- São Paulo/SP; “Exposição Diário da Região 64 anos”- Shoppings de SJRP; “Arte na Garagem” (ocupação) SJRP; Leilão Solidário –ACIRP- Shopping Iguatemi SJRP; Galeria MC Gallery, New York/USA; “Cores do Brasil”, Espaço Cultural do Banco do Uruguai- São Paulo; Empório Cultural – SJRP; Feira Internacional de Arte de Sevilha- Espanha; Espaço Cultural do Shopping Iguatemi – SJRP; 2013 – Arte na Garagem (ocupação) – SJRP; 2012 – “Feitio de Oração”- Espaço Cultural Conjunto Nacional- São Paulo; 2011 – Exposição na Galeria de Arte da Casa Cor – São Paulo; Exposição “Olhar Portugal”- Consulado de de Portugal-São Paulo; Mostra “Processos de Criação”- SESC SJRP; Mostra “Primavera”- SESI SJRP; 2010 – coletiva de artistas brasileiros em Chaves e Évora- Portugal; 2009 – “In L’acqua”, exposição de aquarelas, no SESI-SJRP; 2008 – “Rio-pretenses com arte”- SESI-SJRP; 2007 -“Variantes”- SESI-SJRP; “Visões da cidade” SESI-SJRP; 2005 -“Arte e sentimentos”, no Espaço Domoi Art-Decor; “Pintar é pensar”- Espaço Miola Caprio-SJRP; “CulturAção”- Unorp-SJRP; 2004 -“Memorial da raça”- SESI-SJRP; 2003 – Espaço Cultural do Praça Shopping-SJRP; 2000 – Espaço Cultural da Delegacia Regional da Cultura-SJRP; 1998 – Exposição de aquarelas no Espaço Cultural Banco do Brasil- Campo Grande/MS;

Salões e premiações

2016 – Grande Medalha de Prata no VIII Salão de Artes Plásticas de SJRP; 2014 – Pequena Medalha de Prata no VII Salão de Artes Plásticas de SJRP; Grande Salão de Arte Contemporânea de Santa Bárbara D’Oeste; 18º Salão de Arte Contemporânea de Catanduva/SP; 2013 – Grande Medalha de Prata no VI Salão de Artes Plásticas de SJRP; artista destaque do ano em Artes Plásticas pelo Jornal “Diário da Região”-SJRP; 2012 – Salão de Arte Contemporânea de Rio Claro e V Salão de Artes Plásticas de Rio Preto- (menção honrosa); 2011/12 – Mapa Cultural Paulista/Fase Regional e Salão de Arte Contemporânea de Catanduva-SP; IV Salão de Artes Plásticas de SJRP(menção honrosa); Salão Luso Brasileiro de Arte Contemporânea-São Paulo; 2010- III Salão de Artes Plásticas de SJRP (Menção Honrosa); 2009/10 – Mapa Cultural Paulista-Fase Regional; 2009 – II Salão de Artes Plásticas de SJRP; 2004 – prêmio destaque “Out Standing Award”, Ontário/Canadá; 2002 – XI Salão Brasileiro de Belas Artes- SABBART- Ribeirão Preto/SP; 1988 – Salão de Artes Plásticas de Mato Grosso do Sul.

Sobre Elis Regina

Certa vez Elis conseguiu traduzir em palavras sua maneira de viver e declarou: “Entre a parede e a espada me atiro contra a espada”.
Elis Regina Carvalho Costa nasceu em Porto Alegre no dia 17 de março de 1945 e se tornou um ícone.
Mesmo tendo uma vida breve, e ter passado mais de 35 anos de sua morte, ela ainda é celebrada como uma das principais vozes da música popular brasileira.
Elis era filha de Romeu Costa e Ercy Carvalho e tinha um irmão: Rogério.
Seu nome foi inspirado em uma personagem de um romance que sua mãe lia na época de seu nascimento: Miss Elis.
Ao tentar batizá-la como Elis Carvalho Costa argumentaram que o nome parecia unissex e que deveria colocar mais um nome feminino. Romeu então se lembrou de sua prima nascida na semana anterior e batizada como Sandra Regina, e definiu que seria Elis Regina.

Início da carreira

Sua carreira de cantora teve início aos 11 anos, na capital gaúcha, quando participou de um programa da Rádio Farroupilha, destinado a crianças, e chamado O Clube do Guri.
A precoce Elis teve seu primeiro emprego em 1958, aos 13 anos, quando foi contratada pela Rádio Gaúcha e neste mesmo ano eleita “Melhor Cantora do Rádio” gaúcho, em concurso realizado pela Revista de TV, Cinema, Teatro, Televisão e Artes.
Em 1961 ela viajou ao Rio de Janeiro onde gravou seu primeiro disco: Viva a Brotolândia.
Em 1964 sua agenda já era lotada de compromissos no eixo Rio-São Paulo o que culminou na assinatura de um contrato com a TV Rio para participar do programa Noites de Gala.

O fino da Bossa

Sua agenda em casas de shows foi aumentando e, ao final do ano conheceu o produtor Solano Ribeiro, idealizador dos festivais de MPB da TV Record. E assim veio o convite para apresentar, ao lado de Jair Rodrigues, o programa “O Fino da Bossa”.
E seu crescente sucesso seguiu. Em 1965, interpretou a canção “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, levando o primeiro lugar do Festival de Música Popular Brasileira, da TV Excelsior. Ela levou o troféu Berimbau de Ouro como melhor intérprete.
Dada ao pioneirismo, em 1966 Elis lançou o selo Artistas, registrando o primeiro disco independente produzido no Brasil, intitulado Viva o Festival da Música Popular Brasileira, gravado durante o festival.
Dois anos mais tarde, atingiu o eixo musical internacional com uma viagem à Europa onde, entre outros lugares, se apresentou no Olympia de Paris, tornando-se a primeira artista a se apresentar duas vezes num mesmo ano, naquela que é a mais antiga sala de espetáculos musicais de Paris. Em 1969 Elis gravou Aquarela do Brasil em Estocolmo, com Tools Thielemans.

Anos difíceis

E durante sua carreira, Elis Regina viveu os chamados “Anos de Chumbo”, que foi a Ditadura Militar. Destemida, fazia críticas públicas ao regime.
Em 1969, durante entrevista, teria afirmado que o Brasil estava sendo governado por “gorilas”. Muitos acreditam que não foi presa devido a sua popularidade.
Ela também era ativa nas campanhas pela anistia de exilados brasileiros. Isso esta devidamente registrado em sua interpretação da consagrada música “O bêbado e a equilibrista”.
A canção coroou a volta de personalidades brasileiras do exílio, a partir de 1979, como o sociólogo Betinho, que aparece na letra como “o irmão do Henfil”.

MPB

Nos anos 70 seguiu aprimorando sua técnica e domínio vocal. Em 1974, junto com Tom Jobim gravou Elis & Tom considerado um dos melhores LP’s da história da música popular brasileira.
No ano seguinte, com o espetáculo Falso Brilhante, estava no ápice do sucesso, ficando mais de um ano em cartaz e realizando quase 300 apresentações.
Elis foi interprete de bossa nova que aos poucos migrou para a MPB. Também interpretou conhecidos sucessos do samba.
No tocante a sua vida pessoal, Elis casou duas vezes: primeiro com Ronaldo Bôscoli, pai do seu filho João Marcello Bôscoli; depois com o pianista César Camargo Mariano, pai de seus filhos Pedro Camargo Mariano e Maria Rita Camargo Mariano.

Eterna

Elis Regina morreu no ápice de sua carreira, quando tinha apenas 36 anos.
Sua morte aconteceu no dia 19 de janeiro de 1982, devido a complicações decorrentes de uma overdose de cocaína e bebida alcoólica.
Para os sedentos de uma imersão na obra desta grande artista brasileira e dica é: visitar seu acervo que está instalado na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, desde 2005.
Também estão disponíveis em todo o Brasil biografias da cantora e o filme Elis, que conta sua história e foi lançado em 2016.
Lembrada até hoje por seu excepcional talento, Elis foi homenageada pela Escola de Samba Vai-Vai em 2015, garantindo o campeonato para a escola paulista.
Entre as músicas que foram imortalizadas na voz de Elis Regina estão: Águas de março; Como nossos pais; O bêbado e a equilibrista; Fascinação; Alô alô marciano; Maria Maria; Atrás da Porta; Só tinha que ser com você; Tiro ao Álvaro; Romaria; Se quiser falar com Deus; Upa, neguinho; Aprendendo a jogar; Dois pra lá, dois pra cá; Andança; Madalena; Arrastão; e Cartomante.

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