Você usa o UX Writing para melhorar a experiência do seu cliente?

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Viu a figura acima? Imagine a reunião de criação deste móbile: 

“Vamos usar vários animais com cores e formatos variados.” “Podemos também colocar música e fazê-lo girar”.

Projeto aprovado e feito. Todos acham lindo, menos o bebê que fica com a parte “menos privilegiada” dos bichinhos. 

Isso já deve ter acontecido com você ao tentar usar um site ou aplicativo. Parece que os desenvolvedores pensaram em tudo, menos na sua experiência.

Esse é um dos grandes desafios do UX Writing. Prática que tem como objetivo facilitar a vida dos consumidores que entram em contato com uma empresa, seja qual for o sistema: chatbot, aplicativos, site entre outros. 

O UX Writing deriva do conceito de UX, User Experience. A forma que você experiência o mundo, sua vida, um serviço ou um aplicativo, o sistema como um todo.

Palavras do criador do termo, Don Norman, referência em design e cientista cognitivo. 

Mas como praticar o UX Writing?

Combinar escrita, cores, formato e design de forma que tudo isso seja focado para facilitar a experiência do usuário. Isso quer dizer que, além de fácil de usar, ele deve ser intuitivo. 

Por exemplo: já usou um aplicativo pela primeira vez como se já estivesse usando-o há anos?

Isso é porque provavelmente ele foi desenvolvido com técnicas de UX Writing. 

O desenvolvimento de um sistema com estas práticas envolve uma série de profissionais como desenvolvedores, produtores de conteúdo, especialistas em design e até neuromarketing e inteligência artificial, entre outros. 

E mais: com a grande expansão e uso dos smartphones, é preciso pensar em estratégias para este dispositivo, considerando o espaço reduzido e de forma responsiva. 

E o que mais?

A prática do UX Writing envolve ainda os seguintes conceitos:

– Comunicação: deve ter a “cara” da empresa. Além da logo, cores e padrão visual, o “tom de voz” deve ser o de sempre. Se a sua marca é mais informal, seja assim também durante sua comunicação com o cliente. Por exemplo: “Oi tudo bem, Fulano? A gente já vai te ajudar”. Empresas mais formais devem falar de forma mais séria: “Bom dia Fulano, como podemos lhe ajudar?” 

– Clareza: é fundamental que o usuário entenda o que você quer dizer e saiba dar o próximo passo. A linguagem deve ser clara e objetiva e o design intuitivo;

– Use palavras-chave: servem para facilitar a busca do usuário por um determinado conteúdo. Por exemplo: “pagamento” ou “status do pedido”. 

– Tenha empatia: coloque-se no lugar do usuário. Pense em como ele gostaria de ser tratado, e não você. Afinal, tudo é pensado para ele. 

– Faça pesquisas: chame alguém da equipe ou um grupo de pessoas que façam parte do seu público alvo e faça testes. Dessa forma é possível detectar possíveis falhas e otimizar ainda mais as funções.  

Agora que você conhece mais sobre o UX Writing, comece agora mesmo a colocar este conceito em prática e facilite a vida dos seus clientes! 

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